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APOCALIPSE ? PARTE 10
Hoje vamos entrar no capitulo 4 de Apocalipse. João contemplou em sua visão uma porta aberta no céu, versículo 1. Uma voz como de trombeta disse que mostraria as coisas que vão acontecer. Quando vão acontecer as coisas de que a voz fala? É claro que vão acontecer depois do que foi descrito nos três primeiros capítulos. Temos notado que as sete cartas para as sete igrejas da Ásia simbolizam os problemas que todas as igrejas de Cristo vão enfrentar em todas as épocas.
João foi arrebatado em espírito para o céu, e lá viu várias criaturas angélicas. Ele viu os vinte e quatro anciãos e os quatro animais, isto é, criaturas viventes. São seres criados antes do homem e estão como secretários de Deus. Deus poderia governar o universo sozinho, sem ajuda de ninguém, contudo, ele criou algumas criaturas para ser os seus assessores. Estas criaturas fazem parte do governo divino. Elas sabem a história completa do que tem acontecido no céu. Assistiram a criação que Deus fez. Assistiram a queda do grande Lúcifer e dos que o seguiram. Contemplaram a grande queda dos anjos que se rebelaram contra o Todo-Poderoso Deus. Também sabem do importante plano de salvação delineado por Deus em favor do homem. Esta cena registrada no capítulo quatro é totalmente celestial.
João viu um trono e o que estava assentado nele era semelhante à pedra de jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda, versículo 3. Naturalmente estas pedras preciosas simbolizam a beleza e riqueza do céu. Deus é infinitamente rico.
?Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!? (Romanos 11:35-36).
Jesus também aconselhou os seus discípulos a fazerem um investimento celestial, Mateus 6:19-20. As riquezas do mundo perecem, mas as riquezas celestiais permanecem para toda a eternidade.
O apóstolo viu relâmpagos que saíam do trono de Deus. Certamente estes relâmpagos mostram a glória e resplendor que o Senhor Deus tem. Ele viu sete lâmpadas de fogo que são os sete espíritos de Deus. Os sete espíritos de Deus simbolizam a sua onipresença, onipotência e onisciência. A Bíblia usa linguagem simbólica, mas significativa.
Por exemplo, Isaías diz: ?E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, e o Espírito de sabedoria e de inteligência, e o Espírito de conselho e de fortaleza, e o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor? (Isaías 11:2).
No versículo 6, João viu diante do trono algo parecido como mar de vidro, e que era semelhante ao cristal. Também é uma linguagem simbólica. Naturalmente representa a pureza, bem como, o prazer e a satisfação plena. Mais tarde João viu o mar de vidro, misturado com fogo, representando as duras provas pelas quais os fiéis saíram vitoriosos da besta e da sua imagem, e do seu sinal, e tinham as harpas de Deus, Apocalipse 15:2.
Geralmente o mar é inquieto, mas este mar diante do trono de Deus está quieto e tranqüilo. Simboliza o reino de Deus, que será um reino de eterna paz. Ali não haverá revoltas, nem revoluções, nem atritos, e nem guerras.
Geralmente o mar é obscuro, impenetrável pela vista humana. Mas este é transparente como vidro e límpido como cristal. Isto indica que diante de Deus não haverá nada oculto, escondido ou segredo de coisa alguma. Tudo será claro e cristalino. As almas redimidas junto ao mar indicam que estão puras diante dos olhos de Deus e do universo. Elas terão mente clara, estarão isentas de impurezas, e seus desejos e pensamentos serão puros.
Ainda no versículo 6, fala de quatro animais, isto é, de seres vivente, cheios de olhos. Nossa mente não está preparada para imaginar tais seres com olhos na frente e atrás. Podemos achar que são seres horripilantes, contudo, não devemos encarar tal visão com a mente deformada pelo pecado, mas sim, encará-la com a mente renovada pelo Espírito Santo de Deus. Não são criaturas horríveis do ponto de vista espiritual.
Estas quatro criaturas, sem dúvida alguma, são os mesmos querubins vistos pelo profeta Ezequiel. Veja Ezequiel 1:4-28; 10:1-22. O número quatro na Bíblia, muitas vezes representa a terra. Estas criaturas estão representando a terra diante do trono de Deus. A terra tem quatro pontos cardeais: Norte, sul, leste e oeste. A terra tem quatro estações num ano: Verão, inverno, primavera e outono. A terra tem quatro elementos: Terra, água, fogo e ar. As plantas têm quatro principais divisões: Raiz, tronco, galhos e folhas. Quatro épocas da vida: Infância, juventude, maturidade e velhice.
A aparência de seus rostos também é simbólica. Por exemplo, o rosto do leão simboliza a força. O leão é forte e o mais temível entre todos os animais. Ele é respeitado no reino animal. No livro de Provérbios lemos: ?O leão, o mais forte entre os animais, que não foge de nada? (Provérbios 30:30). Em outras palavras, este aspecto testifica a força dos querubins, Veja Salmo 103:20.
A semelhança de bezerro simboliza sacrifício agradável ao Senhor. Muitos animais eram sacrificados diante do Senhor Deus, como oferta pelo pecado do pecador, entre os quais estava o bezerro, Êxodo 24:5; Hebreus 9:19.
O aspecto de um homem simboliza a inteligência. Sem dúvida alguma, os querubins são dotados de extraordinária inteligência, II Samuel 14:20.
O que era semelhante à águia representa o vôo rápido e forte que a rainha das aves possui. Indica a rapidez da execução dos mandatos de Deus. Veja Daniel 9:21.
Estes querubins estão juntamente com os vinte e quatro anciãos. Os anciãos são as criaturas mais antigas da criação de Deus. Os quatro seres estavam cheios de olhos e tinham seis asas. Eles trabalham incessantemente e não precisam descansar. Davam louvores a Deus dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir. Eles destacam com muita clareza a santidade de Deus. Também é bem provável que eles estão destacando a trindade de Deus, pois eles conclamam três vezes a palavra ?Santo?. Eles reconhecem Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo como o Único e verdadeiro Deus. São três pessoas num só Deus.
Enquanto eles louvam ao Senhor, os vinte e quatro anciãos prostram-se diante de Deus que estava assentado sobre o trono, e adoraram o que vive para todo o sempre. Somente Deus deve ser adorado. As criaturas celestiais dão louvor a Deus continuamente.
?Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todos os seus exércitos? (Salmo 148:2).
?Exaltado está o Senhor, acima de todas as nações, e a sua glória, sobre os céus? (Salmo 113:4).
Como sinal de que estão submissos ao Senhor Deus, eles se prostraram e jogaram suas coroas diante do trono. Coroa é o símbolo de poder e autoridade. Os reis e rainhas usam coroas como sinal de dignidade. Então os vinte e quatro anciãos estão revestidos de poderes e autoridades conferidos por Deus. E quando eles jogam as suas coroas diante do trono, estão simplesmente reconhecendo que Deus está acima de tudo e de todos.
Os vinte e quatro anciãos dizem que o Senhor é digno de receber glória, e honra, e poder; porque Deus criou todas as coisas pela vontade dele.
Devemos reconhecer que Deus é soberano e que tudo que ele faz, apesar de nem todos concordarem, é para honra e glória dele mesmo.
?Ai daquele que contende com o seu Criador, caco entre outros cacos de barro! Porventura, dirá o barro ao que o formou: Que fazes?...? (Isaías 45:9).
Hoje vamos entrar no capitulo 4 de Apocalipse. João contemplou em sua visão uma porta aberta no céu, versículo 1. Uma voz como de trombeta disse que mostraria as coisas que vão acontecer. Quando vão acontecer as coisas de que a voz fala? É claro que vão acontecer depois do que foi descrito nos três primeiros capítulos. Temos notado que as sete cartas para as sete igrejas da Ásia simbolizam os problemas que todas as igrejas de Cristo vão enfrentar em todas as épocas.
João foi arrebatado em espírito para o céu, e lá viu várias criaturas angélicas. Ele viu os vinte e quatro anciãos e os quatro animais, isto é, criaturas viventes. São seres criados antes do homem e estão como secretários de Deus. Deus poderia governar o universo sozinho, sem ajuda de ninguém, contudo, ele criou algumas criaturas para ser os seus assessores. Estas criaturas fazem parte do governo divino. Elas sabem a história completa do que tem acontecido no céu. Assistiram a criação que Deus fez. Assistiram a queda do grande Lúcifer e dos que o seguiram. Contemplaram a grande queda dos anjos que se rebelaram contra o Todo-Poderoso Deus. Também sabem do importante plano de salvação delineado por Deus em favor do homem. Esta cena registrada no capítulo quatro é totalmente celestial.
João viu um trono e o que estava assentado nele era semelhante à pedra de jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda, versículo 3. Naturalmente estas pedras preciosas simbolizam a beleza e riqueza do céu. Deus é infinitamente rico.
?Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!? (Romanos 11:35-36).
Jesus também aconselhou os seus discípulos a fazerem um investimento celestial, Mateus 6:19-20. As riquezas do mundo perecem, mas as riquezas celestiais permanecem para toda a eternidade.
O apóstolo viu relâmpagos que saíam do trono de Deus. Certamente estes relâmpagos mostram a glória e resplendor que o Senhor Deus tem. Ele viu sete lâmpadas de fogo que são os sete espíritos de Deus. Os sete espíritos de Deus simbolizam a sua onipresença, onipotência e onisciência. A Bíblia usa linguagem simbólica, mas significativa.
Por exemplo, Isaías diz: ?E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, e o Espírito de sabedoria e de inteligência, e o Espírito de conselho e de fortaleza, e o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor? (Isaías 11:2).
No versículo 6, João viu diante do trono algo parecido como mar de vidro, e que era semelhante ao cristal. Também é uma linguagem simbólica. Naturalmente representa a pureza, bem como, o prazer e a satisfação plena. Mais tarde João viu o mar de vidro, misturado com fogo, representando as duras provas pelas quais os fiéis saíram vitoriosos da besta e da sua imagem, e do seu sinal, e tinham as harpas de Deus, Apocalipse 15:2.
Geralmente o mar é inquieto, mas este mar diante do trono de Deus está quieto e tranqüilo. Simboliza o reino de Deus, que será um reino de eterna paz. Ali não haverá revoltas, nem revoluções, nem atritos, e nem guerras.
Geralmente o mar é obscuro, impenetrável pela vista humana. Mas este é transparente como vidro e límpido como cristal. Isto indica que diante de Deus não haverá nada oculto, escondido ou segredo de coisa alguma. Tudo será claro e cristalino. As almas redimidas junto ao mar indicam que estão puras diante dos olhos de Deus e do universo. Elas terão mente clara, estarão isentas de impurezas, e seus desejos e pensamentos serão puros.
Ainda no versículo 6, fala de quatro animais, isto é, de seres vivente, cheios de olhos. Nossa mente não está preparada para imaginar tais seres com olhos na frente e atrás. Podemos achar que são seres horripilantes, contudo, não devemos encarar tal visão com a mente deformada pelo pecado, mas sim, encará-la com a mente renovada pelo Espírito Santo de Deus. Não são criaturas horríveis do ponto de vista espiritual.
Estas quatro criaturas, sem dúvida alguma, são os mesmos querubins vistos pelo profeta Ezequiel. Veja Ezequiel 1:4-28; 10:1-22. O número quatro na Bíblia, muitas vezes representa a terra. Estas criaturas estão representando a terra diante do trono de Deus. A terra tem quatro pontos cardeais: Norte, sul, leste e oeste. A terra tem quatro estações num ano: Verão, inverno, primavera e outono. A terra tem quatro elementos: Terra, água, fogo e ar. As plantas têm quatro principais divisões: Raiz, tronco, galhos e folhas. Quatro épocas da vida: Infância, juventude, maturidade e velhice.
A aparência de seus rostos também é simbólica. Por exemplo, o rosto do leão simboliza a força. O leão é forte e o mais temível entre todos os animais. Ele é respeitado no reino animal. No livro de Provérbios lemos: ?O leão, o mais forte entre os animais, que não foge de nada? (Provérbios 30:30). Em outras palavras, este aspecto testifica a força dos querubins, Veja Salmo 103:20.
A semelhança de bezerro simboliza sacrifício agradável ao Senhor. Muitos animais eram sacrificados diante do Senhor Deus, como oferta pelo pecado do pecador, entre os quais estava o bezerro, Êxodo 24:5; Hebreus 9:19.
O aspecto de um homem simboliza a inteligência. Sem dúvida alguma, os querubins são dotados de extraordinária inteligência, II Samuel 14:20.
O que era semelhante à águia representa o vôo rápido e forte que a rainha das aves possui. Indica a rapidez da execução dos mandatos de Deus. Veja Daniel 9:21.
Estes querubins estão juntamente com os vinte e quatro anciãos. Os anciãos são as criaturas mais antigas da criação de Deus. Os quatro seres estavam cheios de olhos e tinham seis asas. Eles trabalham incessantemente e não precisam descansar. Davam louvores a Deus dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir. Eles destacam com muita clareza a santidade de Deus. Também é bem provável que eles estão destacando a trindade de Deus, pois eles conclamam três vezes a palavra ?Santo?. Eles reconhecem Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo como o Único e verdadeiro Deus. São três pessoas num só Deus.
Enquanto eles louvam ao Senhor, os vinte e quatro anciãos prostram-se diante de Deus que estava assentado sobre o trono, e adoraram o que vive para todo o sempre. Somente Deus deve ser adorado. As criaturas celestiais dão louvor a Deus continuamente.
?Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todos os seus exércitos? (Salmo 148:2).
?Exaltado está o Senhor, acima de todas as nações, e a sua glória, sobre os céus? (Salmo 113:4).
Como sinal de que estão submissos ao Senhor Deus, eles se prostraram e jogaram suas coroas diante do trono. Coroa é o símbolo de poder e autoridade. Os reis e rainhas usam coroas como sinal de dignidade. Então os vinte e quatro anciãos estão revestidos de poderes e autoridades conferidos por Deus. E quando eles jogam as suas coroas diante do trono, estão simplesmente reconhecendo que Deus está acima de tudo e de todos.
Os vinte e quatro anciãos dizem que o Senhor é digno de receber glória, e honra, e poder; porque Deus criou todas as coisas pela vontade dele.
Devemos reconhecer que Deus é soberano e que tudo que ele faz, apesar de nem todos concordarem, é para honra e glória dele mesmo.
?Ai daquele que contende com o seu Criador, caco entre outros cacos de barro! Porventura, dirá o barro ao que o formou: Que fazes?...? (Isaías 45:9).